Crítica | ‘Os Irmãos Willoughby’: Visual fantástico e...

Chega hoje à Netflix sua mais nova animação. Trata-se de Os Irmãos Willoughby, uma história de quatro irmãos que tentam se livrar dos pais egoístas para tentarem receber um pouco de amor, afeto e comida.

Baseado em livro homônimo, a trama mostra a excêntrica vida dos Willoughby, uma família que se orgulha muito dos feitos importantes de seus antepassados – e de seus imponentes bigodes, até nas mulheres. Porém, na atual geração o Willoughby Pai só tem olhos para sua esposa. Fanfarrão, o casal se recusa a dar atenção para os filhos e os tratam apenas como um grande estorvo em sua rotina de diversão e fanfarronices. Tim (Will Forte) é o primogênito. Abandonado em casa desde bebê, ele cresceu e cuidou de seus irmãos, Jane (Alessia Cara) e dos gêmeos Barnaby (Seán Cullen) – sim, o descaso era tanto que os pais deram o mesmo nome para os gêmeos. A rotina de abandono das crianças muda com a chegada de um bebê abandonado. Acolhida por Jane, a criança causa um problemão na casa. Por ordem dos pais, os irmãos devem se livrar da pequena órfã, senão ficarão sem um lar. Na viagem pela cidade, os Willoughby decidem se livrar dos pais. Eles planejam uma viagem internacional passando pelos destinos mais mortais do mundo para o casal. O que eles não esperavam é que os pais negligentes fossem contratar uma babá (Maya Rudolph). Com a chegada da babá, o ritmo melhora muito. Os irmãos, que antes eram muito contidos, passam a desenvolver suas respectivas personalidades conforme a babá vai se envolvendo com eles. A história vai de sonolenta para interessante num estalo. ponto alto do filme é, sem sombra de dúvidas, a animação estilizada para esta aventura. Usando o CGI para emular os efeitos de um filme animado com a técnica do Stop-Motion, o visual de “bonecos” em tela é realmente um deleite para os fãs do estilo. Além disso, tudo neste universo é texturizado, sejam os fios dos cabelos de corda, os novelos de lã, os flocos das nuvens ou as tábuas das paredes. Eles fazem um trabalho primoroso neste quesito, dando bastante personalidade à animação. 

Crítica | ‘Os Irmãos Willoughby’: Visual fantástico e...

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