Crítica | A Grande Luta – Filme da Netflix Mistura...

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Crítica | A Grande Luta – Filme da Netflix Mistura...

 Crítica | A Grande Luta – Filme da Netflix Mistura...

Um jovem adolescente com problemas de socialização na escola, que gosta de uma menina mas não tem coragem de falar com ela, tem dois melhores amigos nerds e sofre bullying na escola. Um dia, fugindo dos valentões, ele acaba encontrando um artefato mágico que lhe dá superpoderes para se transformar num verdadeiro herói (de si mesmo) e ganha a autoestima necessária para correr atrás de seus sonhos. Parece a trama de um bocado de filme que você já viu por aí né? Este é o mote de ‘A Grande Luta’, comédia infanto-juvenil lançada pela Netflix este mês. A grande diferença do longa de Jay Karas é que em vez de construir um filme de super-herói no qual o protagonista ganha seus poderes para se tornar uma criatura mística fora da realidade, o longa busca uma justificativa muito mais palpável: na trama, Leo (Seth Carr, mais conhecido por ter feito o jovem Killmonger em ‘Pantera Negra’) é um fã de WWE e, um dia, encontra uma máscara de luta mágica que lhe dá poderes especiais para se tornar um verdadeiro lutador.

Ok, o argumento é meio bobinho, mas, ao mesmo tempo, não é legal um filme dar os superpoderes para a criança com algo muito mais simples e dentro da realidade delas? Algo entre ‘Shazam’ e ‘Homem-Aranha’ – que, aliás, é mencionado pelo próprio protagonista, que se compara ao cabeça de teia. O grande diferencial de ‘A Grande Luta’ é que ele traz o universo do WWE (World Wrestling Enterteinment, o campeonato mundial de luta-livre) para dentro do filme.

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