Crítica em Vídeo | O Homem Invisível – Blumhouse entrega...

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Crítica em Vídeo | O Homem Invisível – Blumhouse entrega...

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Pode-se argumentar com propriedade que os clássicos Monstros da Universal fizeram parte do primeiro universo expandido do cinema – ou ao menos o mais famoso e lucrativo. E aqui estamos falando de obras realizadas ainda nas décadas de 1930 e 1940.

Drácula, Frankenstein e Lobisomem eram os mais populares e viviam participando de interações em outras produções do estúdio, assim como os super-heróis da Marvel fazem hoje na Disney. Como parte do elenco recorrente, também tínhamos A Noiva de Frankesntein, o Monstro do Lago e, é claro, o Homem Invisível – um cientista que descobre através de experimentos como desaparecer aos olhos humanos, e enlouquece no processo.

Sendo tirados do ostracismo dos filmes B pela Columbia (Sony) em meados da década de 1990 e início de 2000, em produções de proposta mais séria, como em Drácula de Bram Stoker (1992), Frankenstein de Mary Shelley (1994), Lobo (1994) e O Homem Sem Sombra (2000), a Universal viu novamente potencial em sua propriedade e com a citada crescente dos filmes de heróis e de um universo compartilhado, decidiu confeccionar o mesmo com os Monstros. Mas esta empreitada não seria das mais fáceis.

Primeiro, a opção foi pela simples refilmagem, respeitando o material original, em O Lobisomem (2010). Não deu certo. Depois, decidiram transformá-los de criaturas medonhas em super-heróis de verdade. Drácula: A História Nunca Contada (2014) também não funcionou. Por fim, sob o selo Dark Universe, já prometendo novos projetos interligados (como A Noiva de Frankenstein – que tinha Angelina Jolie planejada no papel – e O Homem Invisível – que seria vivido por Johnny Depp), a investida foi em A Múmia (2017) com Tom Cruise. Bem, todos sabemos como isto terminou. 

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